sexta-feira, 7 de abril de 2017

A casa Riddle


A Casa Riddle é uma velha casa vitoriana construída originalmente em Palm Beach, Flórida, no ano de 1905, e que anos depois foi demolida e reconstruída em Yesteryear Village, um parque histórico no sul da Florida em 1995.

A casa era originalmente conhecida como a casa de Gatekeeper, e foi construída por alguns trabalhadores da construção do hotel Henry Flagler. Ela servia como salão funerário, alem de ser o lar do jardineiro do cemitério de Woodlawn, que foi o primeiro cemitério da cidade de West Palm. 

E em 1920, a casa tornou-se propriedade privada de Karl Riddle, um administrador e superintendente de obras públicas da cidade.

Mais tarde, a casa foi demolida, para abrir caminho para a expansão do PBAU (Palm Beach Atlantic University). No entanto, a cidade de West Palm Beach doou as madeiras da antiga casa para John Riddle, sobrinho de Karl Riddle. John estava servindo então como o presidente do comitê da vila do Yesteryear do conselho de administração sul da feira de Florida. Entre 12 e 13 de agosto de 1995, o Riddle House foi desmontada e transferida para o Yesteryear Village. O telhado e o sótão foram divididos em dois, assim como o primeiro e segundo andares. Finalmente, o edifício foi transportado para Vila de Yesteryear e foi remontado, onde permanece até hoje. 

Segundo a lenda, a casa é assombrada pelo espírito de Joseph, um dos funcionários de Riddle, que cometeu suicídio pendurado no sótão para escapar de seus problemas financeiros. Seu “fantasma” detestava que as pessoas entrassem no sótão e vários ataques aterrorizantes começaram a acontecer. A mobília de todos os cômodos da casa mexia-se com frequência e certa vez um homem que desobedeceu as regras foi encontrado morto no sótão, com um objeto metálico enfiado em sua cabeça.

Caravanas de "ghost tours" são conduzidas por Yesteryear Village, onde guias vestidos em trajes de época contam histórias de suas próprias experiências supostamente paranormais no edifício. A casa também foi destaque em 2008 na série de televisão Ghost Adventures no Travel Channel. 


Fontes: Wikipedia
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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Gilles de Rais


Gilles de Montmorency-Laval, Gilles de Rais, ou Gilles de Retz foi um nobre francês e soldado que lutou em diversas batalhas ao lado de Joana D'Arc contra os ingleses. Ele tambem ficou conhecido por ser acusado e condenado por torturar e estuprar um grande número de crianças, e assim como Elizabeth Bathory, também é considerado por alguns historiadores como precursor do assassino em série moderno.

Gilles nasceu aproximadamente em setembro de 1405 em Champtocé-sur-Loire. Seu pai foi Guy de Montmorency-Laval e sua mãe era Marie de Craon. Ele tinha um irmão, René de Susset, com o qual foi muito unido em sua infância. Fora uma criança inteligente, falando, inclusive, latim fluentemente. Após a morte de sua mãe e, posteriormente, a trágica morte de seu pai, os dois irmãos ficaram sob a tutela do avô materno, Jean de Craon. Ele ensinou aos garotos o narcisismo, a soberba, o poder, o orgulho, o que fez com que moldasse a personalidade de Gilles. Mas no começo, Jean dava muito mais atenção ao irmão de Gilles, o que fez com que esse vivesse fechado na biblioteca da casa. Lá ele encontraria seu alter ego e heróis em livros sobre a Roma antiga. Ele via como os antigos imperadores romanos eram poderosos, ricos e matavam sem dever explicações a ninguém.

Aos 14 anos, seu avô lhe deu uma grande armadura milanesa e o proclamou cavaleiro. Em seguida Gilles começou a utilizar espadas e destruír seus bonecos de treino e tambem demonstrava sua agressividade. Primeiramente com animais, mas logo com seres humanos. Aos 15 anos, cometeu seu primeiro assassinato. Ele chamou seu amigo Antoin para um duelo, que este pensava ser inofensivo. No entanto Gilles levou o duelo a sério e acabou atingindo Antoin com a espada, que agonizou até a morte. Nessa ocasião ele não foi sequer acusado, pois era nobre e Antoin por sua vez, era de origem humilde.

Sua enorme agressividade levou-o a entrar para a carreira militar, na qual poderia descontar a fúria nos inimigos. Lutava sempre na vanguarda dos soldados (tropas pagas por ele) contra os ingleses, e parecia outra pessoa quando lutava, tamanha era sua habilidade.

Após uma das campanhas ele se casou com Catherine, que era de uma casa nobre da Bretanha, em 1420. Em 1429, Catherine daria à luz a única filha do casal, Marie. Porém Gilles dizia não amar a esposa e posteriormente, ficava evidente o caráter de bissexualidade dele.

Mais tarde, Gilles lutou ao lado de Joana D'Arc, pela qual possuía uma estima muito grande, novamente contra os ingleses, retornando vitorioso a Paris. Com o passar do tempo, as derrotas contra os ingleses (na batalha de Patay) e, posteriormente a morte de sua 'deusa' Joana D'Arc, tornaram Gilles cada vez mais triste e sombrio. Ele chegou a declarar que não tinha mais vontade de viver, pois essa morrera com Joana D'Arc.

Deixou a vida militar e refugiou-se na Bretanha Francesa, mais precisamente no castelo de Tiffauges, onde seus demônios e sentimentos mais perversos afloraram. A mente do ex-comandante ficara ainda mais confusa com as tragédias da guerra e a morte de seus camaradas. Nessa altura ele já havia se separado de sua esposa Catherine.

-Em 1434, Gilles gradualmente retirou-se da vida militar e pública para perseguir seus próprios interesses: a construção de uma esplêndida Capela dos Santos Inocentes (onde oficiou em vestes de seu próprio desenho) e a produção de Um espetáculo teatral chamado Le Mistère du Siège d'Orléans.

A peça consistia em mais de 20.000 linhas de verso, exigindo 140 partes falantes e 500 extras. Gilles estava quase falido no momento da produção e começou a vender a propriedade já em 1432 para apoiar seu estilo de vida extravagante. Em março de 1433, ele havia vendido todas as suas propriedades em Poitou (exceto as de sua esposa) e todas as suas propriedades no Maine.Apenas dois castelos em Anjou, Champtocé-sur-Loire e Ingrandes, permaneceu em sua posse. 

Metade do total de vendas e hipotecas foram gastos na produção de sua peça. O espetáculo foi realizado pela primeira vez em Orléans em 8 de maio de 1435. Seiscentos trajes foram construídos, desgastados uma vez, descartados, e construídos de novo para desempenhos subseqüentes. As fontes ilimitadas de comida e bebida foram disponibilizados aos espectadores às custas Gilles '. 

Em junho de 1435, membros de sua família se reuniram para colocar um freio na Gilles. Apelaram ao papa Eugene IV a desautorizar a Capela dos Santos Inocentes (que ele se recusou a fazer) e levaram suas preocupações ao rei. Em 2 de julho de 1435, um decreto real foi proclamado em Orléans, Tours, Angers, Pouzauges e Champtocé-sur-Loire denunciando Gilles como um gastador e proibindo-o de vender qualquer outra propriedade.

O crédito de Gilles caiu imediatamente e seus credores começaram pressioná-lo. Assim ele tomou emprestado altos valores e usou seus objeto de arte, manuscritos, livros e roupa como a segurança. Quando deixou Orléans no final de agosto ou início de setembro de 1435, a cidade estava repleta de objetos preciosos que ele foi forçado a deixar para trás. O decreto não se aplicava à Bretanha, e a família não conseguiu persuadir o Ducado da Bretanha a aplicá-lo.

-Em 1438, de acordo com testemunho em seu julgamento do padre Eustache Blanchet e do clérigo François Prelati, de Rais enviou Eustache para procurar indivíduos que conheciam alquimia e invocação demoníaca. Eustache contatou Prelati em Florença e convenceu-o a tomar serviço com seu Mestre. Tendo revisto os livros mágicos de Prelati, de Rais escolheu iniciar experiências, a primeira ocorrendo no hall mais baixo de seu castelo em Tiffauges, tentando convocar um demônio chamado Barron. Gilles forneceu um contrato com o demônio por riquezas que Prelati devia dar ao demônio mais tarde.Como nenhum demônio se manifestou após três tentativas, ele ficou frustrado com a falta de resultados. Prelati respondeu que o demônio Barron estava irritado e exigiu a oferta de partes de uma criança. Gilles forneceu essas partes em um vaso de vidro em uma evocação seguinte. Tudo isso foi inútil, e as experiências ocultas deixaram-no amargo e com sua riqueza severamente esgotada.


Entre 1432 e 1440, chegaram a contabilizar o desaparecimento de mais de 1.000 meninos entre 8 e 10 anos na Bretanha. Em seu castelo, Gilles estava rodeado de uma corte grotesca de bruxas, alquimistas e sadistas. As bizarrices, porém, ocorriam ao cair da noite, quando ele dedicava-se a torturar, estuprar e assassinar meninos, previamente sequestrados por 'bruxas'. Para defender-se de acusações de que os meninos sequestrados eram levados ao seu Castelo, Gilles dizia que os entregava a Inglaterra para se converterem em padres.

Ele utilizou, além do castelo de Tiffauges, o castelo de Machecoul e a casa de Suze para cometer seus delitos.

Tudo acabaria em outubro de 1440, quando uma investigação levou até Gilles de Rais. Em seu julgamento (altamente detalhado nas escritas do século XV), ele se declarou, a princípio, inocente. Entretanto, em um de seus transtornos de personalidade, dos quais já sofria há anos, ele assumiu a culpa, dizendo estar arrependido. Gilles documentou todos os assassinatos e ações conturbadas. As declarações chocaram a França, pois era considerado um herói pelo povo. Chegaram a contabilizar 200 vítimas, porém é certo que este número seja bem maior.

No dia 26 de outubro de 1440, Gilles de Rais e seus 'colaboradores' foram levados até Nantes, onde foram enforcados e depois queimados.

Fonte:Wikipedia
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sexta-feira, 31 de março de 2017

Robert Berdella


Robert Andrew "Bob" Berdella foi um serial killer americano de Kansas City, Missouri, que estuprou, torturou e matou pelo menos seis homens entre os anos de 1984 e 1987.

Robert nasceu em 31 de janeiro de 1949, na cidade de Cuyahoga Falls, Ohio, e foi criado como católico, porém parou de frequentar a igreja ainda na adolescência. Seu pai trabalhava como operador de maquinas para a Ford Motor Company e sua mãe era uma dona de casa.

Robert tinha um sério problema de miopia e passou a usar óculos aos 5 anos de idade. Ele era um bom aluno na escola, embora os professores tenham encontrado dificuldades em  educá-lo por ele ser intimidado pelos outros alunos.

Aos 16 anos, Robert perdeu seu pai, que morreu devido a um ataque cardíaco aos 39 anos. Sua mãe se casou de novo pouco depois, ganhando o ressentimento e a raiva de Robert. Na mesma época ele alegou ter sido abusado sexualmente por um colega de trabalho no restaurante onde ele trabalhava.

Em 1967, Robert se inscreveu na Escola de Arte de Kansas City, na esperança de se tornar um professor, mas em vez disso seguiu a carreira de chef. Durante seu tempo na escola de arte, ele se envolveu em casos de tortura animal pelo menos três vezes. Ele também começou uma carreira criminosa, abusando de álcool e vendendo drogas. Aos 19 anos, foi preso por posse de LSD e maconha, mas foi libertado após cinco dias por falta de provas.

Em 1969, ele foi expulso da faculdade depois de matar um cão “por causa da arte”. Depois disso, ele se tornou um chef bem sucedido em tempo integral. Como membro de uma associação de chefs locais, ele ajudou a montar um programa de treinamento para aspirantes a chefs. Tambem comprou a casa 4315 em Charlotte (que seria o cenário de seus crimes futuros) e se tornou membro de sua associação local de prevenção do crime e de vizinhança.

Quando tinha 32 anos, ele deixou de trabalhar como cozinheiro e abriu sua própria loja, Bob's Bizarre Bazaar, que vendia esquisitices e antiguidades. Tendo se tornado abertamente gay, ele teve um breve relacionamento com um veterano do Vietnã. Então ele começou a passar tempo com prostitutos, fazendo amizade com eles, e tentando ajudá-los a sair da prostituição.

Acredita-se que Robert tenha começado a matar em julho de 1984. Ele drogou um de seus amigos, um garoto de programa chamado Jerry Howell, e começou a mantê-lo em seu porão, torturando-o e estuprando-o repetidamente numa noite antes de fatalmente o asfixiar. 

Em abril de 1985, outro amigo dele, Robert Sheldon, veio ficar na casa dele por alguns dias e foi drogado e mantido cativo no porão, assim como Jerry Howell. Primeiro Robert mudou de idéia sobre mantê-lo preso e iria leva-lo um médico para ter seus ferimentos tratados. Não muito tempo depois, ele mudou de ideia e colocou Sheldon novamente em seu porão. 

Em 15 de abril, um operário veio fazer um trabalho na casa de Robert, e ele acabou matando Sheldon sufocado para que ele não fosse ouvido.

No mês de junho, Robert encontrou Mark Wallace, que o ajudara com um trabalho no quintal. Robert convidou-o para dentro de sua casa, drogou-o e começou a mantê-lo cativo. Depois de horas de tortura, ele foi morto como as vítimas anteriores.

Em setembro, ele pegou James Ferris em um bar gay, convidou-o para casa e o levou cativo. Depois de semanas de tortura, ele foi morto.

Em junho de 1986, Robert atraiu Todd Stoops, um prostituto que ele conhecera há algum tempo, até sua casa e o manteve preso por seis semanas antes de matá-lo também.

No ano seguinte, ele livrou Larry Pearson da prisão e começou a mantê-lo preso em seu porão. De acordo com Robert, Larry Pearson foi de longe o mais cooperativo de suas seis vítimas. Depois de seis semanas de cativeiro, quando Larry Pearson tentou fugir, Robert o matou deixando inconsciente, e depois sufocando-o com um saco e uma ligadura.

Em março de 1988, ele raptou sua última vítima conhecida, Chris Bryson, e colocou-o em seu porão, como os outros antes dele. Enquanto Robert estava no trabalho, Chris Bryson conseguiu se libertar e fugir saltando de uma janela do segundo andar. Ele correu para a casa de um vizinho, usando nada além de uma coleira de cachorro em volta do pescoço, e chamou a polícia.

Seu calabouço foi exposto junto com os Polaroids de suas vítimas e seus registros de tortura e restos de suas vítimas foram encontrados na propriedade. Robert fez um acordo para evitar a pena de morte em troca de uma confissão completa. Ele foi preso em 2 de abril de 1988. Nessa época, ele havia sequestrado e torturado pelo menos seis jovens, e o Departamento de Polícia de Kansas City suspeitava dele em dois outros desaparecimentos. 

Poucos meses antes da detenção, Robert recebeu carona, após pessoas de um bar notarem que ele estava muito bêbado para dirigir. No caminho de volta, Robert contou histórias sobre homens jovens que ele tinha sequestrado e torturado no mês anterior. Não foi levado a sério nesse momento considerando seu estado avançado de embriaguez.

Robert tinha registros de tortura detalhados e um grande número de fotos Polaroid que ele tinha tirado de suas vítimas. Volumes de imagens foram recuperados pelo Departamento de Polícia de Kansas City, e permanecem em sua posse. Ele afirmou que estava tentando "ajudar" algumas de suas vítimas, dando-lhes antibióticos depois de torturá-los.


Os métodos de tortura incluíam choques elétricos, puncionando suas cavidades anais com o punho, aplicando lixívia em seus olhos por meio de cotonetes e até mesmo injetando suas cordas vocais com limpador de drenos.Tentou arrancar um o olho de uma das vítima para "ver o que aconteceria". Robert tinha enterrado dois crânios de vítimas no seu quintal (um deles tinha sido recuperado e colocado dentro de um armário no segundo andar de sua propriedade, com os dentes removidos e guardados dentro de um envelope na mesma sala). Os corpos desmembrados das seis vítimas de Robert foram guardados em sacos de lixo e posteriormente levados para um aterro sanitário. Os corpos das vítimas dele nunca foram recuperados.

Robert alegou que a versão cinematográfica de John Fowles 'The Collector, em que o protagonista sequestra e aprisiona uma jovem mulher, foi sua inspiração quando ele era adolescente. 

Em 8 de outubro de 1992 Robert morreu de um ataque cardíaco, após escrever cartas para um ministro onde ele reivindicava que os funcionários da prisão não estavam dando a ele o seu medicamento para o coração. Sua morte nunca foi investigada.


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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Agaliarept


De acordo com o Grimoirium Verum ("Grimório da Verdade", escrito por "Alibeck, o Egípcio" em 1517), Agaliarept é um dos dois demônios diretamente abaixo de Lúcifer, o outro é Satanachia

O Grimoirium Verum também afirma que Agalierept e Tarihimal são os superiores de Elelogap, um demônio que domina as águas, dito ser o causador de inundações e tsunamis. O Grand Grimoire afirma que Agaliarept é um general com o poder de descobrir segredos e revelar mistérios, e comanda a segunda legião (incluindo Guer, Gusoyn e Boris).

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Thug Behram, o maior Serial Killer de todos os tempos


Thug Behram (ou Buhram), líder de uma seita na Índia conhecida como os Thugge, é considerado o maior assassino em série da história. De acordo com registros, dentre os anos de 1790 e 1830, ele teria supostamente assassinado 931 pessoas, todas por meio de estrangulamento, preferencialmente usando um rumal, um lenço cerimonial branco e amarelo pertencente ao seu culto. Outro método de asfixia utilizado por ele era o uso de um laço de seda com um peso de chumbo pendurado nas pontas, parecido com as boleadeiras dos gaúchos.

Behram não costumava atuar sozinho. Ele muitas vezes era acompanhado por uma gangue composta por cerca de 25 a 50 homens, apelidados de os “Thugee”, uma liga de assassinos considerados como sendo a primeira rede de mafiosos do mundo. Eles eram tão temidos pelas forças colonizadoras britânicas, que hoje em dia “thug” é sinônimo de delinqüente. 


Quando as forças Britânicas finalmente o capturaram na Índia, Thug confessou suas matanças com muito orgulho, embora ele não tenha sido capaz de recordar o número exato de assassinatos que havia cometido pelas próprias mãos. De acordo com fontes da época, ele teria assumido que esteve presente nos 931 homicídios cometidos por sua quadrilha, e teria também confessado que estrangulou pessoalmente entre 125 e 150 pessoas. 

As declarações de Behram nunca foram verificadas, e por mais incrível que pareça, ele nunca foi a julgamento por nenhum dos assassinatos devido ao fato de ter se tornado uma testemunha real e concordado em dar informações sobre os seus companheiros.

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